Friday, December 18, 2009

As pessoas são interessantes. Elas buscam a verdade suprema da vida no real, no concreto. Quando na verdade nada é assim concreto e real. As coisas às quais a gente costuma se apegar são... Frágeis. Não tem palavra melhor. Frágeis como nós, porque estão na nossa realidade e fazem parte da gente.
"Somos feitos da mesma matéria que compõe os sonhos, e nossa breve vida está envolta em sono"
Tudo, todos, somos no fim poeira das estrelas.
Quem já leu os contos do Neil Gaiman sabe do que estou falando. As histórias dele se passam num mundo muito menos real, mas muito mais verdadeiro. Porque no fundo a realidade não passa de fumaça e espelhos: a fumaça borra o contorno das coisas, de modo que a gente não vê o que elas realmente são, e os espelhos criam ilusões o tempo todo.
E aí?
E aí nada. Viver num mundo que é tão frágil quanto a superfície da água não é ruim, porque é esse o mundo em que vivemos. Porque as coisas não são o que parecem, mas ficar pensando sobre isso o tempo todo é caminho certo para a loucura, ou para a descrença, ou a apatia.
Aceitar que o mundo é frágil e é uma ilusão não me impede de continuar vivendo nele, aprendendo nele.
Todo caminho leva a algum lugar, certo? E existem todos os tipos de caminhos: caminhos que parecem sólidos, seguros; trilhas bem-feitas; e aqueles que te levam pro mundo dentro do espelho, do outro lado da chuva. E às vezes, seguir só um caminho não é a coisa certa; seguir vários caminhos, andar ora por aqui e ora por ali... Afinal, a verdade está em todo lugar. A verdade está em lugar nenhum.
E não existe estupidez maior que brigar pra ver qual caminho é o certo. Não existe caminho certo. Todos os caminhos são certos. É simples. Cada um com seu mundo, com sua verdade e seu caminho; e tudo está certo, porque tudo está errado. Certo e errado. Luz e sombra. Vida e morte. Yin e Yang. Tudo é dois, e todos os dois são sempre um.
~*

Beijos e suco de kiwi! ^-^

Saturday, December 12, 2009

Sobre nada mesmo

O mais legal é que, apesar de só faltar uma semana pro fim do segundo ano, eu tô em clima de férias há muito tempo xD
E não deveria, mesmo, porque, né, não é férias. Ainda não. Mas sei lá, chega uma hora que o cérebro decreta greve, sabe? Ele fica de saco cheio desse abuso ridículo e pára de funcionar, o que eu super acho justo - mesmo não que eu não o tenha usado em capacidade maior que 50%, mas eu tenho ótimas desculpas; minha vida tava dando trabalho demais pra eu me preocupar com a graduação (oiq/).
~*

As pessoas são estranhas. Mesmo.
E olha que sou eu falando, hein, então tem gente mais estranha que eu no mundo!
~*

Beijos e suco de kiwi!
Rumo às férias! o.ó/

Sunday, December 6, 2009

Da ceia de Natal (oiq/)

É muito legal sair conhecendo pessoas! Porque você se diverte de vários jeitos diferentes, e todos são bons! (isso poderia ser intepretado de forma MUITO erradas... Ou talvez nem tão erradas assim #fire).
Primeiro decidiram fazer uma ceia de Natal (super achei válido, quero dizer, aula até AGORA? mesmo? sacanagem!), e depois decidiram me convidar. Como não ia ter que cozinhar nada (sorte a deles, vide minha fama de só servir as coisas pelo menos 5 horas depois de começar a preparar, e isso uma coisa simples tipo torta de frango, imagina um peru/chester??), meu sábado tava livre (microbio, alguém?), eles são legais, topei.
Daí o Paçoca falou "passo aí em uma meia hora, quarenta minutos no máximo". Isso era umas dez pras seis da tarde. Ok, escolhi uma roupa (uma blusa linda, mas não consegui entender como ela funcionava, daí desisti, porque achei que tinha pouco tempo), separei as canecas pra mim e pra Bombs e fiquei esperando. E depois de mais ou menos uma hora e algums (vários) minutos, eu esqueci de me trocar (óbvio) e o Paçoca buzinou. Corre, procura uma blusa, pega a primeira da gaveta. Paçoca ligando. OMG, cadê meus sapatos bons???? Paçoca ligando de novo. Ai, ai, ai, cadê a carteira?? Paçoca liga mais uma vez. Agora a bolsa, cadê a bolsa, tava aqui na escrinaninha ainda agora... Ah, levei ela pro banheiro (pra guardar os grampos que eu descobri que naõ precisavam ser guardados porque estavam prendendo meu cabelo). Paçoca liga mais uma vez. Puta merda, não sei onde botei as chaves... Achei! Pronto, saí!
Conclusão: eu sob pressão -> #epicfail
Daí lá na casa do Jipe, aprendi a jogar Presidente (só fui presidente uma vez, depois ou eu fui nada uma vez e vice-cu duas e cu uma ~_~) e o Putz tava jogando Mortal Combat, e o Fábio tava tirando foto de tudo - TUDO! Depois eu peguei uma câmera pra mim e tirei fotos de tudo também, inclusive da Bombs caindo \o
A noite inteira sendo mencionada (eufemismo oiq/) por causa da minha blusa que não era a mais longa/recatada ever. Ganhei um grampeador! Dei um Twister (nem eu sabia que tava dando um Twister xD)! Brinquei de Twister, também, e concluí que é um ótimo tópico pra iniciar um flerte (já jogaram Twister? mesmo? é um contorcionismo louco!): "Oi, tudo bom? Eu sei jogar Twister. E bem. Fico até a final. ;D"
Concluí também que só sou boa de mímica pra B2, porque nós duas usamos as mesmas drogas, então nossa alucinação é a mesma e a gente se entende.
Daí dormi pouco (de novo. duas vezes na mesma semana. eu não tenho amor próprio algum...).
Mas foi bom. Eu me diverti, a Bombs me deve uma porção de coisas do livro dela (vários drinks, as receitas de esfoliante e máscara facial). Descansei. Vivi! Há quanto tempo eu não vivia? Só mesmo nesse finzinho de Novembro/começo de Dezembro...

Tô feliz! Como há muito tempo eu não ficava!

Vivendo com paixão, vivendo o Carpe Diem.
Beijos e suco de kiwi pra todo mundo, porque todo mundo merece! E, excepcionalmente hoje, se vocês quiserem, eu oefereço um suco do que vocês mais gostarem. Mas só porque eu tô de bom humor =)

Monday, November 30, 2009

Eles estavam sós e a chuva piorava. Os relâmpagos ressoavam, e de repente acabou a energia na casa. Ouviu-se um barulho estranho vindo da porta: era um rato alado com sede de sangue. Resolveram então parar de tomar o chá de cogumelo. Então a menininha de tranças apontou para o rato e disse: "Eu quero um desse!". O rapaz decidiu capturar o rato alado, mas, como ele era imaginário, decidiu fazer dele seu pônei de estimação e apelidou-o e Asdrúbal, e deu um sanguinho pra ele. Sangue de sua sogra (seria de cobra ou de barata?), que não gostou nada nada da história e logo invocou o poder do prisma lunar, revelando sua verdadeira identidade de citomegalovírus, um oportunista cruel. Oportunista esse que almejava das cursos para outras sogras sobre como invocar o poder do prisma lunar para também transformarem-se em citomegalovírus, porque um citomegalovírus sozinho não faz sincício. Montou então uma apresentação de slides com letras amarelas em fundo branco, baixou as luzes e dormiram, caíram num sono profundo, quando de repente a Xuxa dentro de um Megazord equipado de lasers quebrou as janelas gritando: "Aham, Cláudia, senta lá!". E esse, meus amigos, era um momento único: a história estava prestes a ser reescrita. O citomegalovírus encarou profundamente sua maior arqui-inimiga: Xuxa, a Rainha dos Baixinhos. Ele então recrutou seu exército para infectar o pônei, o Asdrúbal, aquele rato, e dominá-lo a fim de que o mesmo cravasse suas presas em Xuxa e disseminar uma infecção de sogras citomegaloviróticas em suas entranhas. E foram então dançar tango no vale encantado, onde por acaso encontraram o Charlie e todos colocaram bananas em suas orelhas.
~*

Autoria: B2, Lots, Kéka, Marcelo, Alt.

Philadelphia. Só os deuses sabem o que tem nesse filme que acaba comigo. Porque toda vez que eu vejo - e já devo ter visto umas cinco vezes, eu choro o filme inteiro. Modo de dizer, claro, porque na verdade eu fico com o peito apertado o filme inteiro, sentindo uma dor e uma angústia inexplicáveis, e só algumas cenas-chave desencadeiam a choradeira.
A abertura: a música do Bruce Springsteen e as imagens das ruas da cidade, as pessoas, a vida... Acho que é o momento de lágrimas mais inexplicável.
Quando o Andy tem uma crise de alguma coisa, porque tem trabalhado demais.
Quando não acham os papéis do processo que o Andy deixou prontos em cima da mesa dele.
Quando o Andy pede pro Joe representá-lo no processo contra a firma que ele (Andy) trabalhava.
A cena da biblioteca. A comemoração de 40 anos de casamento dos pais do Andy. Alguns depoimentos do julgamento. A festa à fantasia. A cena da ópera (meldels, que CENA é aquela, eu quase morro...). O depoimento do Andy. Quando o Andy tem que ser internado. Quando vão no quarto do Andy comemorar a vitória no julgamento. E a cena final, no velório do Andy.
Não entendo, mesmo, como eu me emociono tanto vendo esse filme... E eu nem sou de chorar em filmes, nem mesmo com a minha vida!
Quem (achar que) tiver as respostas, sinta-se livre pra me ajudar =)
~*

Atoron tequilan.
Fora a tequila, adoro me sentir de novo (na medida do possível, claro) no controle da minha mente. No controle das minhas ações. No controle da minha vida.
Não que eu realmente controle tudo isso. Sempre tem os fatores: hormônio, fase da lua, minha esquizofrenia básica (diagnosticada pelo Bruno, há alguns anos, quando eu falei que ia brincar com todas as mulheres dentro de mim - pelo que eu quis dizer coloração capilar, mas serviu muito bem pra me caracterizar como portadora de mútiplas personalidades), os outros.
Mas acho que vocês entenderam o que eu estou falando, só a ausência da sensação de derrota total, de que estou caindo inexoravelmente (sempre quis usar essa palavra... Queria agradecer à Academia, ao meu produtor que é fan-tás-tico gentem, à minha família e a todos os fãs o/) num abismo, e nada que eu faça pode parar essa queda.
Bom, se ela continua, pelo menos eu não sinto mais, e é isso que conta!\o
Por enquanto, me sinto bem o suficiente por voltar a sentir o coração bater e o sangue correr e o vento na pele.

=** e suco de kiwi!
E abraços ao Varredor; faz tempo que não o vejo, sinal de que ele tem feito seu trabalho, mas sinto saudades anyway =)

Friday, November 27, 2009

I'm thankful for...

A Bombs teve a mesma idéia que eu, de fazer um post de thanksgiving... Mas tudo bem, vou escrever o meu assim mesmo =P

Primeiro, sou grata pelas coisas pequenas: pela vida, pelo céu azul de manhã e de fim de tarde, pelo céu colorido do pôr e nascer do sol. Principalmente, pela mãe-lua e pelas estrelas, sempre dançando no céu. Pelos ventos, pelas brisas. Pelas árvores, suas folhas, galhos, raízes e flores.
Depois, sou grata por tudo que já vivi. Por tudo que já aprendi. Por tudo que ainda tenho que aprender. Pelas merdas que eu faço. Pelos momentos de surto (que sempre rendem momentos engraçados...). Pela companhia das pessoas que eu gosto. Pela ausência das pessoas que me fazem falta (porque me mostra o quanto elas fazem falta, mas ao mesmo tempo que estamos seguindo em frente, mas juntos de outra forma).
Sou grata pela música - aquelas que a gente ouve no computador/rádio/semelhantes, a dos pássaros, a da Alt com o Teovô e o Rodízio, a do Teovô com o Rodízio sem a Alt (nada pessoal, honey, as duas versão sao lindas, mas diferentes, ashei digno separá-las).
Pelas cores do mundo.
Pelos sabores do mundo.
Pelos cheiros do mundo.
Pela sensação do sol na pele, a sensação da terra na pele; o suor; o calor.
Pelo coração que bate, pelo sangue que corre, pelo ar nos pulmões.

Acho que sou grata principalmente por estar viva, porque é o que me permite desfrutar de todo o resto.
Posso reclamar de muita coisa acima citada, mas, no fundo, elas são parte da vida. São sensações. Por um motivo ou outro, eu tinha que experimentá-las, então, que venham! As agradáveis e as desagradáveis! Todas! Todas têm seu valor.

Beijos e suco de kiwi! ^___^

Friday, November 20, 2009

Ai. Não aguento mais. Ou será que aguento? A insanidade deve fazer parte de todo o processo, não? Sonhar inúmeras vezes com aqueles olhos cor de mel. E com a pele, e o sabor da pele, o o sabor da boca, e os beijos, e o cheiro... E saber de cor o contorno de todos os músculos das costas, dos braços (ai, aqueles braços fortes), daquelas mãos...
Por quê, por quê eu não sou capaz de fazer nada? Por quê essa sensação de incapacidade? Você não precisa fazer nada pra me reduzir de mulher a menina; só de ficar ao seu lado eu volto pra sexta série. Todo o resto serve pra me impedir de sair da sexta série.
Por quê, por quê essa sensação de... Deslumbramento? Essa fascinação boba? Perto de você, ouvindo você, é como se eu tivesse sido escolhida para subir ao Olimpo (ou ao Valhala, ou no mundo dos deuses hindus, é isso aí). É um êxtase puro. É felicidade, como se a minha alma, tão presa e retida, resolvesse sair toda de uma vez e eu deixo de caber na minha pele. Tem alguma coisa em você que faz meu coração ficar pequeno pro meu peito.
Quanto tempo mais será que eu aguento isso?
Eu quero continuar a aguentar isso?
Eu quero deixar de aguentar isso?
Não sei, não sei...

Beijinhos e suco de kiwi pra todo mundo! Porque a gente merece um suquinho básico nesse calor que tem feito all over...

Saturday, November 14, 2009

De ausências e mel

Bom, first things first!
Já aconteceu de vocês irem em algum lugar, ou estarem com um grupo de pessoas, e você adora todas elas, o lugar é ótimo, a companhia é excelente, o clima é super gostoso... Mas o que você mais repara, o que fica voltando na sua cabeça é que alguém não está ali. É uma voz que não está falando nem cantando.
É como se fosse um corte no ar na forma de uma pessoa. É a ausência dela, não a presença.
Na verdade, é a presença sim. Mas só nos seus olhos, no seu coração e nos seus sonhos.

A teoria da Nadi sobre homens serem como abelhas é muito boa!
Deixe um potinho de mel ao ar livre. Vai demorar para aparecer abelhas. Primeiro porque elas ainda têm que achar, e segundo porque, oras, não tem nenhum sinal químico ou whatever ali perto; ou seja, aquilo pode ser ruim. Então elas não chegam perto. Até que uma abelha resolve se arriscar e chega no potinho... Pronto! Tá rodeado de abelhas!
É mais ou menos isso que acontece. Meses, MESES eu digo, como um potinho de mel rejeitado. Aí chega alguém... Rodeia... Chega perto... Pronto! Juro que nunca choveu tanto na minha horta como esse mês de Novembro... Gente que eu quase nem lembrava mais ressurgindo do além! Aquela minha parte raposa está adorando (ainda mais se for considerar que tudo começou numa lua cheia)!
Já a parte que sente a ausência... Not so much.

Beijinhos e suco de kiwi!!
(e um ar condicionado, galere, ninguém merece...)

Monday, November 9, 2009

De vários tópicos

Adoro músicas. Acho que não qualquer uma, mas um monte delas, pelo menos. E a maioria eu gosto porque me lembra alguém, ou alguma coisa, ou alguma situação, ou algum período da minha vida, ou me faz sentir alguma coisa (alegria, tristeza, qualquer coisa). Então na minha playlist do Winamp você tem What a Feeling e depois um opus de Chopin e depois Borboletas (Victor e Leo); e em algum momento tem Backstreet Boys, Spice Girls, Jojo, The Corrs, Caetano Veloso...
Meu ponto é que eu acho que ser eclético em relação a música é legal, porque você abre o leque de possibilidades de sentimentos (porque definitivamente Jojo e a opus do Chopin não me trazem as mesmas sensações) que você pode experimentar num mesmo dia!

~*

Consegui! Finalmente a gente definiu a minha vida (na verdade o Lipe/Jipe definiu, sou muito grata).
Eu vivo na segunda temporada de Grey's Anatomy, quando a Meredith (a.k.a. eu) fica em dúvida entre o McVet e o McDreamy e acaba encalhada.
Porque eu super tô vendo isso acontecer. Eu ficar encalhada por não escolher ninguém, quero dizer.
Pelo lado bom (???????????), vou manter a presidência da FOME! o.ó/

~*

As coisas deveriam ser auto-limpantes e auto-arrumantes.
Mas quando eu digo auto-limpante não é que nem esses fogões "auto-limpantes". É, tipo, a coisa fica suja e magicamente ela fica lmpa sozinha de novo!
Ou então queria ser bruxa, que nem Harry Potter, pra acenar com a varinha e tadã! Tudo limpo e arrumado em menos de cinco minutos! Ia ser perfeito, principalmente porque eu odeio dobrar roupas e tenho rinite que ataca com pó (imagina a beleza que é quando eu tô varrendo o chão ou passando pano nos móveis...)

Acho que por essa noite é isso.
Beijinhos e suco de kiwi, crianças!

ps: Cindyyyyyy, a TV tá vazando!

Wednesday, November 4, 2009

"Foi assim
Como ver o mar
A primeira vez
Que meus olhos
Se viram no seu olhar

Não tive a intenção
De me apaixonar
Mera distração e já era
Momento de se gostar

Quando eu dei por mim
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar

Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha pra ficar

Daria pra pintar
Todo azul do céu
Dava pra encher o universo
Da vida que eu quis pra mim

Tudo que eu fiz
Foi me confessar
Escravo do seu amor
Livre pra amar

Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono do mar azul
De todo azul do mar

Foi assim como ver o mar
Foi a primeira vez que eu vi o mar
Onda azul, todo azul do mar
Daria pra beber todo azul do mar
Foi quando mergulhei no azul do mar
Onda que vem azul, todo azul do mar"

Flávio Venturini - Todo Azul do Mar

Nunca vi música mais perfeita pra dizer o que acontece. Quero dizer, tirando a parte do azul, que aí fica parecendo que os olhos eram azuis, e os meus (não meus, da minha vítima - não vítima, vocês sabem, do meu cara com olhos de ressaca) são cor de mel. Mas quem liga.
Enfim, cá estou, falando com o suposto amor da minha vida (vocês sabem quem é). E os olhos de ressaca tão longe... Ai que dor.

Beijos e suco de kiwi!!