É bem verdade que a história da Terra Média não tem tons de cinza. Existe o Bem e o Mal, o Certo e o Errado; e o Mal surge diretamente da desobediência de Melkor, o maior dentre os Valar - Valar são espíritos superiores criados a partir do pensamento de Eru, o Único, o Criador de tudo que existe. Não dá pra não pensar na queda de Lúcifer; mas em diversas mitologias você encontra um quê de semelhança: um espírito ou deus rebelde, que desafia os poderes maiores do que ele próprio e acaba banido. É bem verdade que toda a mitologia criada por Tolkien tem traços da mitologia cristã, mas é sempre bom lembrar que a própria mitologia cristã não é original. Bem diferente de Nárnia (ainda não li todos os livros, mas né? As evidências pululam em todos os filmes feitos so far), em que C. S. Lewis praticamente coloca Aslam falando "Oy, çöl Deus pegael".
Então, vocês leitores
O Hobbit também vale muito a pena - não conta tanto da Primeira e Segunda Eras do mundo, mas explica como Bilbo achou o Anel e como os Bolseiros ganharam má-fama entre os hobbits. E é bem mais leve de se ler, a linguagem e a narrativa fluem melhor.
Chega de nerdice por hoje! Beijo e suco de kiwi procêis!
PS: não tenho nada contra Nárnia; pelo contrário, amores, gosto muito, e acho lindo que qualquer um consiga colocar no papel o universo mágico que tem na mente.
1 comments:
ei, eu leio seu blog! mas não consegui ler Silmarillion... comecei e fiquei cansada com os milhares de nomes, filho de tal, filho de tal, filho de tal da linhagem tal. bleh. prefiro ouvir vc e o Jipe conversando =P
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