Por outro lado, fiquei felizinha com o fim das férias e iminente volta às aulas, afinal, vou rever toda a galera de Ribeirão.
E um novo ano começou, e eu já meio confusa sobre o mundo e seu funcionamento... Confusa sobre o funcionamento da cabeça das pessoas, na verdade. Sobre a minha cabeça. Tudo bem, não vou entrar numas pirações muito loucas que costumam vir depois desse estágio; vou seguir minha única resolução séria de ano novo e levar um dia de cada vez, fazendo o melhor que eu puder fazer por mim mesma e pelas pessoas de quem eu gosto. Se, claro, houver algo que eu puder fazer pelas pessoas. Começar a pensar em ser uma boa médica acho que vem como resultado de me esforçar rios na faculdade, e isso tá incluso em fazer o melhor por mim mesma. Se não vier, fica aí mais alguma coisa a se tentar.
Claro, as pseudo-resoluções de fim de ano acho que tinham a ver com melhorar minhas habilidades no violão e na gaita e me apaixonar.
As duas primeiras coisas são possíveis, e apesar da preguiça e do desânimo, e de querer às vezes esmagar minhas mãos que não obedecem o que a mente manda fazer, é só praticar. Tudo bem.
A terceira coisa depende de sorte e provavelmente do nível de carência com que eu passar esse ano. Explico: passar o ano muito carente implica que provavelmente vou me (pseudo)apaixonar por qualquer um que abra a porta do carro pra mim (a.k.a. ninguém); passar o ano com os níveis de carência seguros (não-existentes, ou quase isso) significa que, se rolar, vai ser pelos motivos certos. Só falta a pessoa, né... Bem.
O Gato diz que eu devia tentar ser feliz sozinha. Eu concordo, mas hey, é o que tentei fazer a vida toda. É o que ainda tento fazer. Mas sinto falta de namorar, daquela sensação boa que era ficar abraçada, conversar horas e horas sobre tudo, não ter que ter defesas levantadas o tempo todo. Mas, bem, não me vejo com um namorado tão cedo. Até porque sou chata com essas coisas - pra mim, namoros deveriam ser simples, e aparentemente só ficaram mais complicados. Ou talvez eu seja a estranha no mundo mesmo, com todo o meu romantismo e ideais bonitos bem guardados lá no fundo de uma caixa empoeirada nos confins da mente.
Beijinhos, e um último suco de kiwi antes da volta às aulas.
1 comments:
Pois é amics,
Eu entendo como se sente...mas enfim.
Tente ocupar a mente com coisas construtivas, evite o ócio.
Cuide de você! Sua LINDA! '-'
Peixão
Post a Comment