Friday, April 2, 2010

Sobre bobagens que a gente pensa

Aí eu me olho no espelho. Metaforica e literalmente, mas uma situação por vez, né.

E me pergunto por quê. Os questionamentos sobre a aparência nem rolam mais tão frequentemente; depois de um tempo, aprendi a sublimar meus supostos defeitos físicos e, se não me acho linderrésima de morrer, ao menos bonita, de um jeito bem comum e real. E é suficiente pra, por exemplo, furar uma fila só de homens e não ouvir reclamações (atoron). E sou feliz sendo real, de carne e osso (e não só osso e silicone, sei lá, né? #prontofalei), mesmo tendo que lutar com meu cabelo de vez em quando e coisa e tal.
A insegurança real, a que bate fundo, é a psicológica.
E é estúpida e imatura, é besta e sem razão de ser, mas que posso fazer? Ela vem, não é como se eu pedisse, né.
Ainda mais quando penso em alguém. Alguéns. Vários alguéns, presentes e passados - e dois alguéns passados que me deixaram feridas profundas, que não tenho muita certeza ainda se já cicatrizaram de vez, ou mesmo se vão cicatrizar.
Não me sinto capaz de fazer alguém se sentir como vocês me fizeram sentir. São todas sensações diferentes - amor platônico, amor, paixão, contemplação pura e simples. Mas se alguém algum dia já sentiu alguma coisa por mim, esqueceu de contar. Ou de contar de um jeito sincero.

É só divagação. Mas precisava escrever... Não que tenha ficado claro, nem nada. Mas quando é que alguma coisa que eu escrevo aqui fica clara? Aliás, quando meus pensamentos foram claros e coerentes? Exato.

Beijinhos e... Hm... Whisky com gelo de água de coco, porque é bom, é refrescante e, pelos deuses, é alcoólico!

1 comments:

Paçoca said...

ai lots rlx q te ajudo neh, sou uma pessoa assim super segura de td rsrsrrs